Diretoria da ASPOL se reúne com OAB-CG e discute a relação de trabalho entre policiais civis e advogados

Diretoria da ASPOL se reúne com OAB-CG e discute a relação de trabalho entre policiais civis e advogados

O vice-presidente da Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba – ASPOL/PB, Valdeci Feliciano Gomes, e o diretor de comunicação, Frank Barbosa, estiveram na tarde desta quinta-feira (09) na sede da Ordem dos Advogados do Brasil de Campina Grande, no bairro do Catolé, onde se reuniram com representantes da presidência e comissões de segurança e direitos humanos da instituição. 

Participaram do encontro, o presidente da OAB-CG, Jairo de Oliveira Souza, o presidente da Comissão de Advocacia Criminal e Segurança Pública, Paulo de Tarso Loureiro Garcia de Medeiros, o presidente da Comissão de Direitos Humanos, Mona Lisa Fernandes de Oliveira. Os policiais civis, Josué Thiago Chaves de Farias e Maria Rita Falcão Limeira e Castro, também participaram do encontro. A reunião serviu para estreitar laços entre a ASPOL, a OAB-CG e suas comissões, discutindo as relações entre os profissionais após problemas que aconteceram em unidades policiais de Campina Grande e João Pessoa.

Além disso, foi discutida a estrutura de trabalho dos policiais que se encontram em um estado crítico e debatido sobre os direitos humanos, levando em conta a necessidade de se observar o direito do investigador criminal, que muitas vezes trabalha colocando em risco a própria vida, sem coletes e com delegacias em péssimo estado.

Para Valdeci Feliciano, a reunião foi importante para discutir a relação entre ambos os profissionais: advogados e policiais civis. “A associação entende os direitos que o advogado tem em ter acesso aos inquéritos policiais e a comunicar-se com seus clientes, reservadamente, mesmo sem procuração, mas é importante saber que é necessário respeitar o policial civil em seu ambiente de trabalho, especialmente investigadores e motoristas que lidam diretamente com o público, pois estão sempre presentes. Respeito mútuo é fundamental e indispensável”, explicou Valdeci, lembrando que muitas unidades policiais não têm lugar adequado para que os advogados tratem com seus clientes, mas esta é uma demanda que deve ser levada à gestão da Segurança Pública.

 

Siga a ASPOL no Facebook e no Instagram