ASPOL/PB apoia Campanha contra o Tráfico de Pessoas e participa de ações de combate

ASPOL/PB apoia Campanha contra o Tráfico de Pessoas e participa de ações de combate

A Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba – ASPOL/PB participará, de 24 a 31 de julho, das ações realizadas dentro da Semana de Mobilização ao Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, promovidas pelo Comitê Estadual de Enfrentamento do Tráfico de Pessoas, em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano – Sedh. Com o tema: “Pessoas não são mercadorias. O tráfico de seres humanos é real. Ajude a combatê-lo, antes que alguém se torne mais um número”, a Campanha busca informar e alertar a população e autoridades para a existência do tráfico humano e desaparecimento.

Nesta segunda-feira (24), às 16h, a ASPOL/PB participará de uma panfletagem no centro de João Pessoa, onde será distribuído material educativo sobre o tráfico humano, formas de denunciar, a exemplo do Disque 123, e orientações à população para a existência de uma rede de apoio. A mesma ação será realizada na terça-feira (25), às 12h, no Aeroporto Castro Pinto, em Bayeux, e às 16h, no Terminal Rodoviário de João Pessoa. Já na sexta-feira (28), a ASPOL/PB participará do I Seminário Estadual de Enfrentamento ao Tráfico e Desaparecimento de Pessoas da Paraíba, que acontecerá no Hotel Littoral, a partir das 8h da manhã.

Ainda dentro das discussões sobre o tema. A ASPOL/PB prestigiará, na segunda-feira (31), às 9h, uma audiência pública na Câmara de Vereadores de João Pessoa em alusão ao Dia Mundial de Combate ao Tráfico de Pessoas, comemorado no dia 30 de julho.

A presidente da ASPOL/PB, Suana Melo, ressalta a importância dessas ações. "A Paraíba está na rota do tráfico, e a ASPOL/PB, na condição de maior entidade representativa da Polícia Civil, composta por mais de 1.000 policiais em todo o Estado, tem a função social de apoiar o enfrentamento ao tráfico e desaparecimento de pessoas de forma engajada e conjunta com outras instituições. Estamos falando de um crime complexo, que explora o ser humano como mercadoria e, portanto, precisa de ações preventivas para evitar que mais pessoas sejam vítimas”, destacou Suana.